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Everything happens for a reason julho 20, 2010

Posted by Luana B. Seabra in ensaios sobre nada.
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Ontem meu avô faria 82 anos. E daqui a mais ou menos um mês, faz um ano que ele morreu.

Ou seja, esse fds não foi dos mais alegres aqui em casa. Sim, claro, estavam todos bem, mas com uma melancolia que pairava no ar. Mesmo que todos tentassem ignorar ou tentassem negar, ela estava lá. E até aí tudo bem, faz parte. Mas a questão é que nessas horas ficamos muito mais sensíveis ao resto do mundo, ou as coisas que ele coloca na nossa frente.

E como eu acho que nada acontece por acaso, bom, ao menos não as coisas importantes da vida, vale pensar muito sobre algumas coisas e como nós lidamos com ela.

Amanhã é aniversário do meu pai e estamos tentando fazer uma festa surpresa pra ele. Acho que ele não desconfia/desconfiará, mas meu irmão discorda e acha que ele vai sacar na hora. We’ll see.

Só espero que ele consiga really enjoy o momento. Bom, espero que todos nós consigamos.

Unplugged junho 3, 2010

Posted by Luana B. Seabra in ensaios sobre nada.
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Pois eh, depois de uma longa história, finalmente me mudei. Isso fazem, aproximadamente, dois meses.
Desde então estou, por razões tecnicas, sem net – o que significa sem internet e tv a cabo. Com a greve da unb, foi um tanto mortal essa situação, já que não tinha nada pra fazer. Por outro lado, li coisas acumuladas há muito na minha mesa de cabeceira (com hífen ou sem??? Ainda perdida na nova regra)e isso foi ótimo. Redescobri o prazer de ler for the sake of reading; just for fun. Depois de 4 anos lendo (mta) coisa ruim e que eu não tinha o menor interesse por, foi um refresco muito bem vindo.

Mas o propósito todo de escrever esse post ( de teclado do cel, diga-se de passagem) foi pra analisar uma coisa que tem rondado os meus pensamentos: está sendo ate bom ficar esse tempo desconectada… Eu estava no fim do ano passado/começo desse ano com overdose de computador. Parecia que minha vida girava em torno daquela máquina (o que por um lado eh ate verdade) e se isso tivesse juntado com mtas e mtas horas de internet na greve, não sei se teria sido uma coisa boa.

Obviamente que ficar sem intenet tem seus males mto claros, sendo o principal a perca de comunicação com as pessoas. Eu não sou uma pesssoa ligada em falar no tel, entao me comunico mto por email com amigos. E por conta disso, acabo usando menos ainda o cel como ferramenta de comunicação. É o velho dilema Tostines.
Isso sem nem abordar que a internet eh minha fonte primaria de informações atualmente. Me peguei até lendo jornal(o que eh um fato surpreendente dada a minha tendência a espirros múltiplos)!

Agora, depois dessa reflexão toda, quero minha internet de volta. Vamos ver como os proximos capitulos se desenrolam. E esperar para que não seja uma novela da globo.

Oh Well. Enough said. maio 9, 2010

Posted by Luana B. Seabra in in the future when all's well, music, random thoughts.
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“If you’re so funny
Then why are you on your own tonight ?
And if you’re so clever
Then why are you on your own tonight ?
If you’re so very entertaining
Then why are you on your own tonight ?
If you’re so very good-looking
Why do you sleep alone tonight ?
I know …
‘Cause tonight is just like any other night
That’s why you’re on your own tonight
With your triumphs and your charms”

To ha algum muito tempo com essa musica na cabeca…nada como o Moz tarde da noite pra te fazer pensar – e, por isso, nao dormir. Como se eu precisasse de mais tempo pra pensar ultimamente…

E mesmo assim ele eh um dos meus letristas preferidos. Ninguem escreve como ele, nem canta como ele. Eu coloco ele facil num top 5 de letristas do rock. (alias, esse eh um excelente topico para um futuro post…)

Ps: teclado configurado em ingles, sem acentos e outras grafias do portugues….

My Stupid Mouth fevereiro 23, 2010

Posted by Luana B. Seabra in music, pointless nostalgic.
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And

that’s

**

why

I

Love

Him.

** Aqui tem a versão toda desse medley, mas o som do video no youtube é melhor ( e sem gritos!), apesar de incompleta.

Parachutes fevereiro 18, 2010

Posted by Luana B. Seabra in music.
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Tudo começou comigo lendo esse post aqui. Por conta, fiquei super com vontade de ouvir Shiver, fui pro youtube e achei essa pérola aqui. Já andava com vontade de ouvir Coldplay, mas sempre esquecia de mudar as músicas do iPod. Mas ainda achava que as tinha no pc, então seria fácil.  Ou não. Descobri que só tinha o Viva la Vida e o LeftRightLeftRight no meu pc. Onde foi parar o Parachutes? E o Rush of… ? E aquele CD ao vivo? Também não sei, mas suspeito que se perderam numa das últimas formatações do pc.

Aí baixei o Parachutes. Lembrei do porquê eu gosto tanto de Coldplay. Ou gostava? Não sei.

Acabei pegando de novo o Rush of Blood to the Head, que eu nem lembrava de ter ouvido todo. Sim, já tinha ouvido, mas tem umas músicas lá tão esquecíveis que achava que não.

Mas a cereja do bolo foi eu encontrar, super sem querer, o CD do Parachutes (sim, o cd real, físico) no meio da zona dos CDs do meu pai. Super sem querer – na verdade no meio de um desastre, porque derrubei uma pilha  e aí o encontrei. Uma coisa que deve ser ressaltada: ele é o CD mais impossível de ser encontrado no meio de muitos CDs. Por quê? Porque a lateral dele é preta – como outros milhões de CDs – e a letra é minúscula. Ou seja, sempre passa despercebido ( e eu nunca acho quando procuro).

Acabei colocando o disco no som da sala – aka, do meu pai – fato que gerou comentários divertidos sobre as inspirações do Chris Martin antes e depois do casamento. E como o Parachutes é um bom disco. E meu pai falando de como ele tem um bom ouvido/feeling ( e quem sou eu pra discordar) porque quando ele comprou o Parachutes, nem o Coldplay sabia que ia fazer sucesso.

E por conta disso tudo quis escrever isso aqui pra contar como eu descobri o Parachutes.

Quando “The Scientist” saiu (que é do Rush of Blood… ), lembro de ver o clipe (adoro até hoje ficar vendo clipes, mas as tvs não cooperam mais comigo. Mas isso é assunto pra outro post) e gostar muito da música. E até hoje o “nobody said it was easy, nobody said it would be this hard” me acompanha…

Isso foi mais ou menos na época que eu comecei a baixar música pela internet e era meio caótico, com muita coisa errada – fiquei anos achando que “Every Me and Every You” era do Oasis porque quando peguei a música ela estava labeled assim… tudo bem que hoje eu vejo que não parece com o Oasis, mas enfim, eu era jovem. :)

E lembro que, na aula, conversava-se muito sobre a última música que você pegou, o que normalmente não me interessava, porque não me interessava pelo que as pessoas normalmente baixavam. Ha, acho que se eu passar essa última frase para o presente, ela ainda vai ter boa porcentagem de verdade.

Sei que numa dessas, ouvi alguém falar de Coldplay, tendo resposta algo nas linhas de “QUEM?” Como eu sabia quem era, me  sugeriram “Clocks” e “In My Place”, as quais eu peguei no mesmo dia. Passei a ouvir direto tais músicas, num volume bem alto, no pc. Ainda não tinha chegado no nível de gravar cds e, muito menos, iPods.

Um belo dia, estava eu feliz ouvindo alguma das músicas acima citadas, quando passa meu pai e pergunta “que isso que você tá ouvindo? É Coldplay?” E eu, de queixo no chão, respondo que sim. “Tenho o primeiro CD deles aí, já ouviu?Tá lá junto com os outros, só procurar”. Eu, que ainda não tinha descoberto o valor de um álbum, fui atrás do tal “Parachutes”. Acho essa situação tão engraçada e, ao mesmo tempo, tão ilustrativa do ambiente musical que eu cresci e hoje vivo em (ainda crescendo). Eu estava me achando a fodona ouvindo Coldplay, a hot-new-band do momento, e bom, dei de cara na parede…

Engraçado como eu sempre gostei de descobrir bandas/músicas antes das outras pessoas, mas nunca tive muito saco para explorar o cenário indie, mesmo com a internet hoje.

Ah, quase esqueci. Quando ouvi “Yellow”, eu detestei. Demorei muito tempo pra compreender a beleza dessa música….

Pra fechar: Violet Hill – International Relations-Style

E sim, sei que Violet Hill é do Viva la Vida, mas li recentemente o Chris Martin falando que eles tinham os ‘verses’ dela desde o Parachutes, mas nunca tinham conseguido encontrar um ‘chorus’ pra ela até então. ;)

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